TRATAMENTO DIFERENCIADO

A “presepada” que a CASAN aprontou na temporada passada tem custado caro à Empresa. Hoje, numa atitude quase de desespero, lança mão de todos os recursos para evitar a falta de água no verão que se aproxima.
Nas entrevistas à imprensa a pergunta básica que recebem seus Diretores é “se vai ter água suficiente para a próxima temporada”. Em todas as respostas, nenhuma tem garantido pleno fornecimento. As respostas são evasivas e sempre giram em torno dos investimentos fabulosos que a Empresa tem feito para evitar a falta do valioso líquido.
Pois é! A CASAN parece voltada exclusivamente para o problema de que deve oferecer água para os que virão: turistas brasileiros, argentinos, uruguaios, paraguaios, etc. Não tem se preocupado com os que aqui moram. 
Senão, vejamos: desde agosto de 2012, moradores da rua Revoar das Gaivotas, no Campeche, solicitam extensão de rede de distribuição de aproximadamente 100 metros,  para atender com água tratada seis residências que desde que foram construídas estão se virando com “ponteiras”.


Quando os interessados questionam a demora, o que se verifica é um total desinteresse por parte da CASAN. Não fez nada até agora, não dá explicações, permanece indiferente e silenciosa. Simplesmente ignora o pedido que foi feito e que se encontra protocolado. O próprio Presidente da Autarquia  já recebeu correspondência sobre o assunto, sem se dignar a dar uma resposta.  
Enquanto isso, "as ponteiras" vão quebrando o galho, fornecendo uma água no mínimo duvidosa. 

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