OS ACIDENTES DA BR 376

Tem me chamado atenção o crescente número de acidentes que está ocorrendo na BR 376 (rodovia que atravessa o Paraná de leste a noroeste), começando na divisa com Santa Catarina e terminando no rio Paraná, já às portas do Mato Grosso do Sul.
Quero falar, mais particularmente, do trecho que liga Curitiba a Garuva - SC.
Uma estrada duplicada, pedagiada e, até, bem conservada. Há dois pontos de pedágios e dos mais baratos que conheço no Brasil. A tarifa é de r$ 1,20 (um real e vinte centavos).
Pois esse trecho de noventa quilômetros - de uma natureza exuberante, matas intactas e com as montanhas mais altas do sul - assusta pelo crescente aumento de acidentes. Sem exagerar, acontecem quase todos os dias. E não são acidentes pequenos, são grandes e destruidores, interrompendo a rodovia por horas e horas, criando filas de quilômetros e quilômetros, porque é a principal ligação para os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
A maioria são de caminhões carregados, muitos com produtos que esparramados contaminam flora e fauna criando enormes desastres ambientais e consumindo vidas sem trégua.
Há que se fazer alguma coisa para se diminuir tantas tragédias. Conscientizar os caminhoneiros que precisam ter cuidados nas curvas intermináveis dessa serra. Sinalizar com mais eficiência. Fiscalizar o uso da bebida alcoólica. Controlar a estafante carga horária dos motoristas.
A verdade é que não pode continuar assim.

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