ACABOU A BRIGA

Sou eu que vou aos supermercados. Conheço quase todos os de Curitiba e nunca me apego a um deles apenas.
Existem redes poderosas que se espalham pelos mais diversos pontos da capital: Wall Mart (absorvendo o Big e o Mercadorama), Extra (Pão de Açúcar), Carrefour, Condor e uma diversidade de outros menores. Antigamente, na loucura de conseguir clientes, essas redes assumiam o compromisso de cobrar o preço da rival, se fosse constatado que o preço do produto que vendiam estava mais caro.
Hoje aboliram esse procedimento e a impressão que se tem é de que não estão mais nem aí com a concorrência. Cada um está colocando o preço que quer e o consumidor que compre se quiser.
Mesmo assim, todos os supermercados estão sempre lotados. Ninguém parece mais pesquisar preços e é fácil encontrar diferenças enormes entre os valores comercializados. Só para exemplificar: o mesmo pacote de bolachas num supermercado era vendido a R$ 1,92 e em outro, a R$ 2,45.
Material escolar então é um abuso. No Big, dias atrás, uma resma de papel custava R$ 15,00, no Extra estava R$ 9,98.

Diante disso, faço as minhas conclusões: o povo está ganhando muito bem e não se preocupa mais com pesquisar, ou a população aumentou e está faltando supermercados.
Diante disso as redes atacadistas estão se aproveitando da situação. Tem-se a impressão de que fizeram um acordo. É necessário que se volte àquela vigilância antiga.

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